Evento
Evento híbrido e transmissão ao vivo.
Evento híbrido tem dois públicos com necessidades opostas, e o erro mais comum é tratar o remoto como consequência do presencial. O que funciona na sala não chega bem pela internet.
Como tratamos
O que decide esse formato.
Quem está na sala ouve o som do ambiente e vê o palco inteiro. Quem está remoto depende de um áudio captado direto da mesa e de um enquadramento que mostre o que importa. Transmitir o microfone de ambiente é o atalho que estraga a experiência remota.
A gente trata os dois como saídas independentes da mesma operação: mixagem própria para a transmissão, separada da mixagem da sala, e captação enquadrada para quem assiste de casa.
Na prática
Pontos de atenção.
Áudio separado para a transmissão
Mix dedicado, com nível e equalização pensados para fone de ouvido e caixa de notebook, que não é o mesmo da sala.
Captação com enquadramento
Câmera posicionada para mostrar palestrante e conteúdo, não uma visão geral onde ninguém distingue nada.
Slide no sinal
A apresentação entra na transmissão em qualidade de origem, não filmada da tela, o que torna o texto legível.
Interação de volta
Perguntas do público remoto chegam à sala com áudio audível, para a sessão funcionar nos dois sentidos.
Para orçar
O que precisamos saber.
Quanto mais completo o briefing, mais preciso o orçamento e menos ajuste depois.
- Plataforma de transmissão: YouTube, Teams, Zoom ou plataforma própria
- Internet do local, incluindo se há link cabeado dedicado
- Público remoto estimado e se a transmissão é aberta ou restrita
- Interação prevista entre remoto e presencial
- Gravação para disponibilizar depois
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